Não sei como me estou a sentir, se pequeno ou grande, no entanto, sinto-me livre de ti, sem sentir a tua dependência, nem a tua necessidade, mas parece que estou aconchegado e escondido dentro da palma da tua mão enquanto o vento sopra sobre o teu corpo indiferente e eu sou transportado pela sabedoria que os teus olhos julgam, que me levam a navegar em mares, ora calmos, ora turbulentos, eu vou confiando nesse teu julgamento, nessas tuas regras, nessas tuas decisões e vou mareando com o juízo de um almirante numa nau de papel.

Sinto-me assim e ainda não percebi se é bom ou mau... sei apenas que é libertador
ResponderEliminarLindo! Adorei as palavras e a ilustração. Obrigada pela partilha. A vida é essa palma da mão que nos transporta e uma vezes faz de nós grandes, outras torna-nos infímos.
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